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" O contador de histórias é aquele que carrega o encanto das histórias em pó na sua memória para depois polvilhar com a voz e temperar a emoção em quem abre o coração para escutar" Kika Freyre

Mil Estórias para encantar

Mil Estórias para encantar

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sugestão

Crime no Expresso do Tempo
Luisa Dulca Soares




 

Edição: 1998

Páginas: 80

Editor: Livraria Civilização Editora
 
 
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.

Além do Crime no Expresso do Tempo que o título promete, tens encontro marcado com naves espaciais e criaturinhas verdes, simuladores e robots – mães, rapazes invisíveis e mirabolantes conversas de animais, além de teres acesso às mais imprevistas consequências do uso da Máquina da Felicidade!
Muda de órbita com as Sete histórias de ficção científica que este livro te propõe: O Piquenique; As Férias; O Filho; O Rapaz Invisível; No Tempo em Que os Animais Falavam; A Máquina da Felicidade; O Crime no Expresso do Tempo.


Embora seja um livro recomendado para o 6º ano de escolaridade consegui trabalha lo com os meninos do 4º ano de escolaridade e eles adoraram!!


Trabalhámos a estória " No tempo em que os animais falavam “ com material reciclavél e tivemos uma ideia fantástica...
VAMOS FAZER UM ROBOT!!


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Love at first sight...Dançar nas Nuvens.

 DANÇAR NAS NUVENS
VANINA STARKOFF
 

Todas as manhãs eu saía de casa
para observar as nuvens.
O meu sonho era um dia dançar com elas.
A mamã dizia-me que esquecesse essa ideia,
que só os pássaros conseguiam tocar-lhes...
Através do sonho de uma menina que deseja dançar com
as nuvens, este livro reflecte acerca da importância do
intercâmbio cultural e do respeito entre as pessoas de
diferentes proveniências. As suas páginas, onde se pode
apreciar a presença constante do folclore latinoamericano,
contam a história de uma pequena povoação
que vai crescendo, dia após dia, com os seus novos
habitantes, que aí vão construindo as suas casas, ao
mesmo tempo que partilham as suas experiências
colectivas.








Adoro este livro e vou tabalhá-lo!!
Já tenho algumas ideias....

Alguém quer adivinhar?




E com a ajuda do Simão, tudo vai correr bem.









E para a semana mostrarei a minha obra terminada :)

domingo, 29 de janeiro de 2012

Sugestão

O Livro Negro das Cores de




 


Segundo o Tomás, o amarelo sabe a mostarda, mas é macio como as penas dos pintaínhos.

O vermelho é ácido como o morango e doce como uma melancia, mas dói quando aparece no joelho arranhado.


 



A subtileza deste livro demonstra a beleza da percepção do mundo através dos nossos sentidos e na sua complementaridade. Convidando-nos a reflectir sobre como será aquilo que nos rodeia para quem não vê, esta grande obra obriga-nos a reformular o mundo através dos seus cheiros, sabores, texturas, sons; a recriar, de forma imaginativa, as coisas que nos envolvem. Um livro que nos lembra que há sempre mais para além do que vemos, um livro para redescobrir a riqueza sensorial do nosso corpo e determo-nos na beleza oferecida por essa sensibilidade. Exceptuando o texto, todo o livro é negro. No entanto, as ilustrações em alto relevo e o texto em braille, permitem experimentar as texturas e jogar com as descrições poéticas das cores.

 
Fonte: Wook



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

La Negra





Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina de grande apelo popular na América Latina. Com raízes na música folclórica argentina, ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción. Apelidada de La Negra pelos fãs devido à ascendência ameríndia (no exterior acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros), ficou conhecida como a voz dos "sem voz
video
Mercedes Sosa - Sólo le pido a Dios

Uma voz que é impossível esquecer é uma voz que nos ilumina a alma.




video

Mercedes Sosa canta Alfonsina y el mar

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Liberdade

Liberdade
Que nunca mais me peçam para deixar de sonhar...
Não me importo que para alguns seja uma tonta.
O sonhar é ser livre e essa liberdade ninguem me pode negar!!
Façam me o favor de sonhar!!


Pedra Filosofal

Manuel Freire
Composição: António Gedeão

Eles não sabem que o sonho
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer

Como esta pedra cinzenta
Em que me sento e descanso
Como este ribeiro manso
Em serenos sobressaltos

Como estes pinheiros altos
Que em verde e oiro se agitam
Como estas aves que gritam
Em bebedeiras de azul

Eles não sabem que sonho
É vinho, é espuma, é fermento
Bichinho alacre e sedento
De focinho pontiagudo
Em perpétuo movimento

Eles não sabem que o sonho
É tela, é cor, é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral,
Pináculo de catedral,
Contraponto, sinfonia,
Máscara grega, magia,
Que é retorta de alquimista

Mapa do mundo distante
Rosa dos ventos, infante
Caravela quinhentista
Que é cabo da boa-esperança

Ouro, canela, marfim
Florete de espadachim
Bastidor, passo de dança
Columbina e arlequim

Passarola voadora
Pára-raios, locomotiva
Barco de proa festiva
Alto-forno, geradora

Cisão do átomo, radar
Ultra-som, televisão
Desembarque em foguetão
Na superfície lunar

Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Para meninos, meninas e não so...

Uma sugestão maravilhosa...

Um Bocadinho de Inverno
Editora Caminho
Autor Paul Stewart

«É quase Inverno, e está a chegar a altura do sono anual do Ouriço. O Ouriço pede ao Coelho que lhe guarde um bocadinho de Inverno, para quando acordar saber como é. Mas o Coelho é muito esquecido. Será capaz de se lembrar da promessa?»


Recolha de um bocadinho de Inverno

Um bocadinho de Inverno que vai ficar guardadinho até ao Verão

sábado, 14 de janeiro de 2012

O Livro dos Quintais

Não se assustem os mais supersticiosos: mal abrimos O Livro dos Quintais, damos de caras com um gato preto, daqueles meio vadios que de vez em quando se atravessam no nosso caminho. O gato chama-se Gatuno (só no final do livro vamos perceber porquê) e vive de quintal em quintal, escolhendo o dono e a sombra que mais lhe convém, de acordo com a época do ano e as suas vontades felinas.
Tal como o Gatuno, neste livro não entramos em casa de ninguém. Ficamo-nos pelas histórias paralelas e cruzadas que se passam cá fora, à beira de limoeiros e nespereiras, hortas e estendais, tanques ou mini-piscinas, acompanhando as vidas de oito quintais e respetivos ocupantes, ao longo dos doze meses do ano.
Quanto ao Gatuno, nem sempre é fácil encontrá-lo pois, como toda a gente sabe, os quintais são pequenos mundos onde não faltam esconderijos...
Isabel Minhós Martins · Bernardo Carvalho

Lindo, lindo este livro!!

Conto com voçes...



Boa tarde meus queridos amigos da estórias



Amanhã vou estar pelas 11.30 na Fnac do Fórum Coimbra. Desta vez os contos vão ser lidos quero demontrar como a leitura de um bom livro pode ser divertido!!



Nunca são de mais os esforços para a promoção do livro e da leitura.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Um Poema

Não tenhas medo, ouve:

É um poema

Um misto de oração e de feitiço...

Sem qualquer compromisso,

Ouve-o atentamente,

De coração lavado.

Poderás decorá-lo

E rezá-lo

Ao deitar

Ao levantar,Ou nas restantes horas de tristeza.

Na segura certeza

De que mal não te faz.

E pode acontecer que te dê paz...


Miguel Torga, Diário XIII

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Obrigada.1000 visitantes

Quero agradecer a todos que visitam este blog tão singelo :)



Mil estórias de encantar vai continuar por ai a espalhar encanto e sonhos...



Beijinhos





«Quando contas contos
nunca contas que contas contos
nem que contos contas
contas contos
e que contos contas
a quem quer escutar
é da tua conta
contam os contos que contas
contas com os contos
quando os contos contas
à conta de tanto conto contar
não contas com
que quando contas contos
contos contas
e não te encontras»



Luísa Costa Gomes

domingo, 8 de janeiro de 2012

João Manuel Ribeiro

João Manuel Ribeiro nasceu em Oliveira de Azeméis, em 1968. É licenciado em Teologia e Mestre em Teologia Sistemática pela Faculdade de Teologia do Porto, da Universidade Católica Portuguesa, com uma tese sobre “Um Itinerário da Modernidade em Portugal - A Evolução Espiritual de Antero de Quental”. Fez pós-graduação em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Nesta mesma Faculdade prepara tese de doutoramento em Ciências da Educação sobre “A Poesia
na Escola – Organização do Ensino e Compreensão da Literariedade”. Tem-se dedicado à escrita para crianças e adolescentes, acompanhando tal processo com um trabalho de dinamização da literatura em Escolas Básicas e colégios, quer através de oficinas de escrita criativa, quer através de encontros onde diz poesia. Para além dos livros para crianças e adolescentes: Amo-te - Poemas para gritar ao coração; Gémeos; A rainha da Misericórdia; Meu avô, rei de coisa pouca, entre outros, publicou também alguns livros de poesia (para adultos): Regras do mel e da flor, Amores quase perfeitos e outras arritmias, Livro de Explicações, A circulação precoce dos relâmpagos. É editor da Trinta Por Uma Linha editora de literatura infanto-juvenil.
“Um livro é um amigo que sempre nos
recorda os amigos”
Citado por João Manuel Ribeiro
No passado dia 28 de Outubro tive o prazer de conhecer este escritor numa tertúlia que partilhámos na Biblioteca Anexa de Troxemil. Foi uma noite muito bem passada.
Aqui ficam algumas fotos.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Houve uma Ilha em Ti


Houve uma ilha em ti que eu conquistei.
Uma ilha num mar de solidão.Tinha um nome a ilha onde morei.
Chamava-se essa ilha Coração.
Que saudades do tempo que passei.
Nenhum desses momentos foi em vão.
Do teu corpo, de ti, já nada sei.
Também não sei da ilha, não sei, não.
Só sei de mim, coberto de raízes.
Enterrei os momentos mais felizes.
Vivo agora na sombra a recordar.
A ilha que eu amei já não existe.
Agora amo o céu quando estou tristepor não saber do coração do mar.
Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'

Doce descoberta...Joaquim Pessoa


Descobri através de uma pessoa amiga o poeta Joaquim Pessoa. Foi amor ao primeiro poema…
Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948.Iniciou a sua carreira
no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa.O primeiro livro de
Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de vinte
obras incluindo duas antologias. Foram lhe atribuídos os prémios literários da
Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da Cultura (Prémio
de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o Prémio Cidade de
Almada.Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da
poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta
área. O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo
David Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente
de capazes de comunicar com um vasto público.Bibliografia: "O Pássaro no
Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex
cravo e Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente",
"O Livro da Noite", "O Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros
do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras
Palavras", "À Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim".


Isabel Minhós Martins

Isabel nasceu em Lisboa (Portugal), em 1974. Sempre
gostou de ouvir histórias de todos os tipos, contadas pelos amigos, pelas tias
ou pela vizinha. Na escola, quando começou a se interessar pelas palavras,
arriscou seus primeiros textos, pequenos poemas e muitas cartas. Formou-se em design gráfico pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e é
pós-graduada em edição pela Universidade Católica de Lisboa. Em 1999, fundou, junto com a ilustradora Madalena Matoso, a editora Planeta Tangerina, para a qual continuou fazendo revistas infantis, quadrinhos, animações e muitos livros. Lançou seu primeiro título em 2004, Um livro para todos os dias,com ilustrações de Bernardo Carvalho. Também com ele, estreou na Cosac Naify em 2009 com o livro Pê de pai, que ganhou em 2006 uma menção honrosa no prêmio Best Book Design From All Over the World, da Leipzig Book Foundation.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sugestão



Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?

À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.

Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.

O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve.

48 páginas · 195 x 220 mm · ISBN: 9789898145352

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Yara Kono

Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1972.
Começou os seus primeiros sarrabiscos na parede da saleta. A mãe, que de início não ficou nada satisfeita, acabou por ceder aos «dotes artísticos» da filha. Da parede para o papel, do papel para o computador... assim passaram os anos.
Desde 2004 faz parte da equipa do Planeta Tangerina.
Em 2008 recebeu com Isabel Minhós Martins, uma Menção Honrosa no 1.º Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados pelo livro “Ovelhinha Dá-me Lã” (Kalandraka).
Em 2011 ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com “O Papão no Desvão”, de Ana Saldanha (Caminho).

As ilustrações são componente fundamental de um livro infantil. Durante muito tempo, a ilustração foi considerada como um auxiliar visual didáctico, uma espécie de bengala ou engodo para o texto verbal. Actualmente, reconhece-se que a ilustração não deve desempenhar uma função meramente auxiliar e secundária mas estabelecer uma verdadeira interacção com o texto escrito.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Fnac Fórum Coimbra



Mais um ano que começa...



2011 passou tão rápido!!



Ano novo, vida nova não é o que dizem?



Nada melhor para começar 2012 que uma sessão na Fnac fórum Coimbra.



Domingo dia 15 de Janeiro pelas 11.30 estarei lá com mais umas estórias de encantar.



Apareçam :)